Sobre mim
Eu sou Raquel Barbosa Becker,
Sou advogada, mas minha trajetória profissional e pessoal nunca coube em uma única profissão, em um único lugar ou em uma única definição.
Nasci em Vilhena, Rondônia. Foi aqui que cresci e construí minhas primeiras referências sobre o mundo. Aos 25 anos, fui para Maringá, no Paraná, onde vivi por mais de uma década. Nesse caminho, estudei Direito, trabalhei como advogada, depois segui por outros caminhos, cursei Secretariado Executivo, trabalhei com educação profissional e também no serviço público.
Hoje, de volta à minha cidade natal, retomei a advocacia e, junto dela, comecei a dar espaço a uma vontade que já existia há algum tempo: conversar sobre as coisas que acontecem ao nosso redor.
Sempre fui uma pessoa curiosa. Gosto de entender como as coisas funcionam, de fazer perguntas, de ouvir histórias e de tentar enxergar aquilo que existe por trás das respostas mais fáceis.
Talvez seja por isso que tenha surgido o Senta Aqui, Jovem.
Eu acredito que viver em sociedade exige mais do que simplesmente acompanhar as notícias, repetir opiniões ou escolher um lado. Exige curiosidade, conhecimento, pensamento crítico e disposição para conversar.
Acredito que política também é assunto nosso. Que cidadania não começa e termina no dia da eleição. Que conhecer nossos direitos pode mudar a maneira como ocupamos os espaços que são nossos. E que educação não precisa acontecer somente dentro de uma sala de aula.
Mas acredito, principalmente, que ninguém precisa saber tudo para começar a participar.
O Senta Aqui, Jovem nasce dessa vontade de criar um espaço para conversar sobre política, sociedade, direitos, educação, cultura e tudo aquilo que nos ajuda a compreender melhor o mundo em que vivemos.
Não quero construir um espaço onde alguém tenha todas as respostas.
Quero construir um espaço onde seja permitido perguntar.
E talvez essa seja uma das coisas que mais me movem: a possibilidade de transformar informação em compreensão, compreensão em consciência e consciência em participação.
Ainda não sei exatamente até onde esse projeto pode chegar.
Talvez ele seja uma página. Talvez se transforme em vídeos, podcasts, conversas, encontros, projetos de educação popular ou em algo que hoje eu sequer consiga imaginar.
E tudo bem não saber.
Porque projetos que nascem de uma inquietação também precisam de espaço para crescer, mudar e ser construídos por muitas pessoas.
Eu sou apenas o ponto de partida.
O que vier depois, espero que seja construído por muitas mãos.
Para mudar o mundo, é preciso participar da mudança.